Volkswagen confirma novo Tiguan no Brasil em 2026
Nova geração do Tiguan chegará importada do México, onde é vendido apenas com motor 1.4 TSI de 150 cv, mas Brasil pode ter 2.0 turbo de 245 cv
A Volkswagen enfim oficializou que a nova geração do Tiguan será lançada no Brasil em 2026. Assim como na Argentina, o SUV virá importado do México, país onde o modelo é comercializado exclusivamente com motor 1.4 TSI de 150 cv, sempre ligado ao câmbio DSG de sete marchas e tração dianteira. A confirmação marca a renovação do utilitário no mercado brasileiro, até poucos meses atendido apenas pela antiga configuração 2.0 turbo da versão Allspace R-Line.
Falando em “Allspace”, a chegada do novo Tiguan também representa o fim da nomenclatura, usada desde 2018 para identificar a carroceria alongada. Agora, o SUV assume sua terceira geração com dimensões maiores: são 4,79 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,66 m de altura e 2,79 m de entre-eixos. Em relação ao modelo atual vendido no Brasil, o novo Tiguan ganhou 8 centímetros no comprimento e 2 centímetros na largura, mantendo as demais proporções.
No México, o SUV é oferecido nas versões Trendline, Comfortline e R-Line, sempre com o mesmo conjunto 1.4 turbo. Os preços locais variam de 599.990 pesos (R$ 169.932) na Trendline a 771.990 pesos (R$ 218.647) na R-Line. Para o Brasil, porém, a Volkswagen ainda não revelou quais configurações serão disponibilizadas, nem a data exata de início das vendas.
Em outros mercados, como o Europeu, o Tiguan possui uma ampla variedade mecânica, incluindo motores 1.5 turbo MHEV de 150 cv, versões 2.0 a gasolina de 204 cv e 265 cv e até opções híbridas plug-in, ambas com motor 1.5 turbo Evo2, o mesmo que será produzido no Brasil nos próximos anos, entregando 204 cv ou 272 cv. Esta última traz tração integral com embreagem 4Motion de sexta geração e câmbio de sete marchas, enquanto praticamente todo o restante da linha utiliza uma transmissão de dupla embreagem de seis marchas. Apesar disso, nenhuma dessas alternativas deve ser destinada ao mercado brasileiro em um primeiro momento.
Apesar da escolha mais provável para o Brasil ser o 1.4 TSI, já que é a única propulsão utilizada no México, fontes sólidas informam que o nosso mercado receberá uma opção 2.0 turbo de 272 cv. Desde sua estreia nacional, o SUV sempre se apoiou nas motorizações 2 litros turbinadas para as versões de topo, incluindo a atual Allspace R-Line 300 TSI. Uma troca para o conjunto menor poderia fazer com que o modelo assumisse um perfil diferente no portfólio, aproximando-se de uma proposta mais racional, embora mantenha dimensões generosas e o foco em espaço interno.
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Carro era o Tiguan importado da Alemanha até 2016 com 205 cv e tração integral. O resto é carroca!
Por que não a motorização do Jetta GLi? Se vier com essa configuração xoxa aí, perderão um cliente.